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Geolocalização

História da Geolocalização

A geolocalização tem raízes na antiguidade, quando civilizações utilizavam o sol, as estrelas e instrumentos rudimentares para se orientar em seus deslocamentos. Com o avanço da cartografia, os mapas e as coordenadas geográficas passaram a oferecer maior precisão e confiabilidade. Já no século XX, em meio à Guerra Fria, surgiram os primeiros sistemas de satélites dedicados ao rastreamento, estabelecendo as bases para as soluções modernas de navegação e posicionamento que hoje fazem parte do cotidiano.

A geolocalização é um dos pilares da era digital, unindo comunicação e rastreamento em tempo real. Desde a observação de astros na antiguidade até os modernos sistemas GNSS, sua evolução transformou a forma como pessoas e empresas se orientam.

O Pointter da Nextalk Radio PTT integra voz instantânea e localização precisa em uma única plataforma. Essa união garante eficiência, segurança e visibilidade para equipes em campo, permitindo acompanhamento em tempo real e resposta imediata em situações críticas. Recursos como Man Down e SOS ampliam a proteção, disparando alertas automáticos em caso de queda, imobilidade ou emergência.

No ambiente familiar, a geolocalização também é essencial. Pais podem acompanhar deslocamentos de filhos, cuidadores monitoram idosos e familiares têm tranquilidade ao saber que seus entes estão protegidos.

Assim, a geolocalização deixa de ser apenas posicionamento e se torna um elo de confiança. Ela conecta pessoas, negócios e cidades, oferecendo eficiência, proteção e inovação em um mundo cada vez mais dinâmico e interconectado.

Geolocalização no Cotidiano Hoje, a geolocalização está presente em smartphones e aplicativos usados para transporte, logística, segurança e lazer. Empresas dependem dessa tecnologia para otimizar operações e oferecer serviços mais ágeis e seguros. Mais do que localização, representa eficiência e confiança, permitindo que organizações estejam sempre à frente em um cenário competitivo.

GPS (EUA)

Criado nos Estados Unidos nos anos 1970, o GPS foi inicialmente destinado ao uso militar. Em 1994, tornou-se totalmente operacional e, a partir da década de 1990, acessível ao público, revolucionando a forma como pessoas e empresas se localizam e se movimentam.
Constelação: ~31 satélites em órbita média (MEO), distribuídos em 6 planos orbitais.
Frequências: L1 (1575,42 MHz), L2 (1227,60 MHz), L5 (1176,45 MHz).
Precisão civil: ~5–10 metros; com correções diferenciais (SBAS, RTK, PPP) pode atingir centímetros.
Aplicações: Navegação civil e militar, sincronização de tempo em telecomunicações e sistemas elétricos, aviação e logística.


BeiDou (China)
Origem: Lançado em 2000 como projeto estratégico da China para reduzir a dependência do GPS norte-americano e assegurar autonomia tecnológica em navegação por satélite.

Evolução histórica:

  • BeiDou-1: Primeira fase, de caráter regional, voltada para serviços básicos de posicionamento.

  • BeiDou-2: Expansão para cobertura da região Ásia-Pacífico, consolidando o sistema como alternativa regional.

  • BeiDou-3: Concluído em 2020, ampliou a cobertura para escala global, consolidando o BeiDou como um dos principais sistemas GNSS do mundo.
    Constelação: ~35 satélites em órbitas médias (MEO), geoestacionárias (GEO) e inclinadas geoestacionárias (IGSO).
    Frequências: B1 (1575,42 MHz), B2a (1176,45 MHz), B2b (1207,14 MHz), B3 (1268,52 MHz).
    Precisão civil: ~2,5–5 metros; serviços avançados oferecem precisão submétrica.
    Aplicações: Transporte e logística, agricultura de precisão, telecomunicações, defesa e integração com receptores multi-GNSS.


GLONASS (Rússia)
Origem: Desenvolvido pela União Soviética nos anos 1980 como resposta ao GPS, em plena corrida tecnológica da Guerra Fria.
Histórico: Após dificuldades operacionais no período pós-URSS, foi revitalizado nos anos 2000 pela Rússia, consolidando-se como alternativa estratégica.
Constelação: ~24 satélites em órbita média, distribuídos em 3 planos orbitais.
Frequências: L1 (1602 MHz), L2 (1246 MHz), L3 (1202 MHz).
Precisão civil: ~5–10 metros; melhora com correções diferenciais.
Aplicações: Navegação terrestre e marítima, integração com receptores multi-GNSS e uso militar.


Galileo (União Europeia)

Origem: Criado nos anos 2000 para garantir soberania tecnológica da União Europeia e independência de sistemas externos.
Histórico: Entrou em operação inicial em 2016 e é reconhecido pela alta precisão, oferecendo serviços diferenciados para usuários civis e comerciais.
Constelação: ~28 satélites em órbita média, distribuídos em 3 planos orbitais.
Frequências: E1 (1575,42 MHz), E5a (1176,45 MHz), E5b (1207,14 MHz), E6 (1278,75 MHz).
Precisão civil: Até ~1 metro; serviços comerciais (HAS/CS) oferecem precisão centimétrica.
Aplicações: Aviação, telecomunicações, serviços de emergência, geodésia e aplicações científicas.


GNSS (Integração Global)

Definição: Engloba todos os sistemas de navegação por satélite com cobertura mundial: GPS (EUA), GLONASS (Rússia), Galileo (UE) e BeiDou (China).
Benefícios da integração:

  • Dispositivos modernos são multi-GNSS, captando sinais de diferentes constelações simultaneamente.

  • Maior precisão, confiabilidade e disponibilidade, especialmente em ambientes urbanos densos ou condições adversas.

  • Redundância estratégica, reduzindo a dependência de um único sistema.

 

Atualmente, a Geolocalização está presente em nosso dia a dia.

A história dos aplicativos e da geolocalização acompanha a evolução dos dispositivos móveis e da internet. No início dos anos 2000, os celulares passaram a incluir GPS, permitindo softwares básicos de navegação. Com o avanço dos smartphones e das lojas de aplicativos — App Store (2008) e Google Play (2012) — a geolocalização tornou-se essencial e acessível em escala global.

Smartphones e aplicativos utilizam essa tecnologia para transporte, logística, segurança e lazer. Empresas de diferentes setores dependem dela para otimizar operações, monitorar equipes e oferecer serviços mais ágeis e seguros. Mais do que uma ferramenta de localização, a Geolocalização representa eficiência, inovação e confiança. Ela conecta pessoas, negócios e cidades, permitindo que organizações estejam sempre à frente em um mundo cada vez mais dinâmico e interconectado.

  • Google Maps: Criado pelos irmãos dinamarqueses Lars e Jens Eilstrup Rasmussen, fundadores da empresa australiana Where 2 Technologies, adquirida pelo Google em 2004. Lançado oficialmente em 2005, popularizou o uso de mapas digitais em escala global, oferecendo rotas otimizadas, cálculo de tempo de deslocamento, informações de trânsito em tempo real e pontos de interesse detalhados. Sua integração com diversos serviços transformou-o em uma ferramenta indispensável para mobilidade e planejamento urbano.
 
  • Waze: Desenvolvido em 2006 pela startup israelense Waze Mobile, fundada por Uri Levine, Ehud Shabtai e Amir Shinar. Introduziu o conceito de navegação colaborativa, permitindo que os próprios usuários compartilhassem dados de tráfego, acidentes e alertas em tempo real. Em 2013, foi adquirido pelo Google por cerca de US$ 1,3 bilhão, incorporando suas funcionalidades ao ecossistema de mobilidade. Tornou-se referência em precisão de rotas e redução de tempo de viagem, especialmente em grandes centros urbanos. 
 
 

Mobilidade Urbana

  • Uber: Fundada em 2009 por Garrett Camp e Travis Kalanick em São Francisco, revolucionou o transporte ao conectar motoristas e passageiros via geolocalização, criando o conceito de mobilidade sob demanda. O aplicativo expandiu rapidamente para diversos países, tornando-se referência global em transporte individual e serviços de mobilidade.
 
  • 99: Criada em 2012 por Paulo Veras, Ariel Lambrecht e Renato Freitas, consolidou o modelo no Brasil, ampliando o acesso a transporte rápido e eficiente. Tornou-se a primeira startup brasileira a alcançar o status de unicórnio, destacando-se como alternativa nacional ao modelo internacional de mobilidade.

 

Entregas e Logística
  • iFood: Fundado em 2011 por Fabricio Bloisi, transformou o setor de alimentação ao otimizar rotas de entrega e oferecer rastreamento em tempo real. Tornou-se líder no mercado latino-americano de delivery, integrando restaurantes, consumidores e entregadores em uma plataforma única e eficiente.
 
  •  Rappi: Criado em 2015 na Colômbia por Simón Borrero, Sebastián Mejía e Felipe Villamarín, expandiu o conceito de entregas para múltiplos serviços, incluindo mercado, farmácia e conveniência. Com forte presença em diversos países da América Latina, consolidou-se como um superapp de logística e conveniência.

  

Redes Sociais e Segurança

  • Facebook / Instagram / Snapchat: Incorporaram funções de localização para check-ins, stories e compartilhamento de momentos.
 
  • Alertas SOS e rastreamento: Aplicativos de segurança passaram a usar geolocalização para emergências, monitoramento de familiares e colaboradores. 

 

Futuro da Geolocalização

Hoje, praticamente todos os aplicativos incorporam a geolocalização como recurso essencial, permitindo a personalização de serviços, o aumento da segurança e a otimização de experiências digitais. Essa tecnologia deixou de ser apenas um diferencial e tornou-se parte da infraestrutura cotidiana, presente em soluções de mobilidade, logística, redes sociais e sistemas corporativos.

O futuro aponta para uma integração ainda mais profunda com Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT). A combinação dessas tecnologias ampliará a capacidade de análise preditiva, automação de processos e monitoramento inteligente, consolidando a geolocalização como um verdadeiro pilar da vida digital.